Centro de Saúde Escola Germano Sinval Faria e Clínica da Família Victor Valla participam da Campanha Nacional - Dia D de Vacinação

Centro de Saúde Escola Germano Sinval Faria e Clínica da Família Victor Valla participam da Campanha Nacional - Dia D de Vacinação
No sábado (30/4) será o dia D contra a gripe H1N1. Portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais terão direito a vacina além dos idosos, puérperas (até 45 dias após o parto), profissionais de saúde, aprisionados, e profissionais de penitenciárias.

Annalu Pinto da Silva.

Centro de Saúde Escola Germano Sinval Faria e Clínica da Família Victor Valla participam da Campanha Nacional - Dia D de Vacinação

No sábado (30/4) será o dia D contra a gripe H1N1. Portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais terão direito a vacina além dos idosos, puérperas (até 45 dias após o parto), profissionais de saúde, aprisionados, e profissionais de penitenciárias.

O foco da unidade de saúde da Fiocruz são nove comunidades que integram o complexo de Manguinhos.

A H1N1 é uma síndrome respiratória aguda grave, que já registrou cerca de 450 casos e 71 mortes no país. Por esse motivo, apesar de o frio do outono ainda não ter começado no Brasil, o Ministério da Saúde antecipou o cronograma de vacinação.

O vírus, que voltou a assustar a população, é um dos tipos da gripe cientificamente chamada Influenza. A gripe provocada pela variedade A (H1N1) também já recebeu o nome de gripe A ou suína. O H1N1 requer mais cuidados porque se apresenta de forma aguda, ou seja, sintomas bastante fortes.

O Centro de Saúde prevê vacinar, em média, 300 pessoas por dia. No sábado, Dia D, a expectativa é alcançar mais de mil indivíduos, pois, além da vacinação no Centro de Saúde, também haverá ação extramuros nas comunidades que fazem parte do escopo de atuação da unidade.

Slete Ferreira da Silva, coordenadora da sala de vacinação, descreveu que o Centro de Saúde atende o total de nove comunidades com sete equipes de saúde da família. Ela alertou que, apesar de o CSEGSF não ter registrado nenhum caso de H1N1 até hoje, essa é uma doença grave, advertindo que a procura pela vacina está pequena, o que é preocupante, já que as pessoas não estão atentas ao perigo e às formas de evitar o contágio.